sobre as últimas semanas
“I love you like I love the sunrise in the morning
I miss you like I miss the water when I’m burning
I didn’t mean to hurt you, dear
the words just came out wrong
Now I’m broken down and lonely
and I can’t get along.”
está.
Em, por exemplo, apenas por exemplo, num novembro qualquer, uma vó que é diagnosticada com câncer (no pâncreas, que todo mundo fala que é do tipo “não tem mais jeito”). E segue então toda a praxe de oração da família, da comunidade, todos querem ver algo extraordinário acontecer, todos crêem que algo pode acontecer. Algo vai acontecer. Tem que acontecer.
A vó nos deixa em pleno domingo de páscoa. E você? Se revolta? Contra o quê? Quem?
Antes de sair lançando “por ques” a quem quer que seja, pergunte-se por que você quer uma razão, uma justificativa para algo que é simplesmente natural. [difícil sim, mas a natureza é de certa forma brutal]
É o que estou tentando dizer a meia hora.
Estou dizendo que, sim, Deus também está nisso.